Aprenda a fazer uma análise de risco de crédito

Assim como ocorre no mercado financeiro, o vilão do lucro não é o risco, mas sim a falta de gerenciamento dele. Gestão de riscos é, em resumo, a capacidade de enxergar previamente todas as variáveis que possam comprometer um planejamento efetuado, criando antecipadamente cenários alternativos para proteger seu negócio da imprevisibilidade do mercado. Para quem tem uma empresa, essa incerteza significa, por exemplo, não receber o valor das vendas efetuadas a prazo.

Um gerenciamento de risco de excelência deve considerar, para o caso de avaliação de pessoas físicas, salário do cliente (que não pode comprometer mais do que 30% de sua renda líquida com dívidas), faixa etária, grau de solidez profissional e histórico de crédito. No caso do estudo da capacidade de pagamento de pessoas jurídicas, o histórico das relações financeiras de seu cliente é essencial.

Se seu consumidor já passou cheque sem fundos ou atrasou prestações, quanto mais próximos estivermos desse evento, maior será o risco de repetição. Na mesma linha de raciocínio, se foram realizadas diversas consultas em seu CPF/CNPJ em um período curto, esse fato pode significar que o cliente procurou financiamento (sem sucesso) em diferentes bancos e lojas. Esse “não” do mercado deve acender o alerta aos analistas de crédito.

O cruzamento detalhado entre os documentos apresentados e sua série histórica de consumo no mercado é a base da gestão de risco, imprescindível para fugir do calote em um país com quase 5 milhões de CNPJs negativados e 60 milhões de pessoas físicas inadimplentes.

Esse processo deve se valer, evidentemente, de ferramentas tecnológicas de análise/classificação de risco (rating), preferencialmente, baseadas em Big Data.

Não adianta ter política de crédito, analistas treinados e muitos documentos em mãos, se você não sabe o que fazer com tudo isso, concorda? É aqui que entra o Consulta Serasa, uma poderosa ferramenta que emite relatórios completos sobre a situação de crédito do CNPJ/CPF pesquisado, reduzindo seu risco com ampla base de dados.

Para ter acesso a esse recurso, basta escolher um dos pacotes disponíveis (com R$ 35,00, por exemplo, consegue emitir 7 relatórios básicos), assinar o serviço pelo site. Você cria uma conta no portal, realiza o pagamento via boleto bancário ou cartão de crédito e, após a confirmação, já consegue ter acesso a dados como:

  • dados cadastrais;
  • situação fiscal do CPF ou CNPJ;
  • consultas realizadas para o documento do cliente;
  • classificação de risco de crédito da empresa;
  • dívidas na Serasa;
  • cheque sem fundo;
  • protestos;
  • ações judiciais;
  • informação de recuperação judicial e falência;
  • informações societárias com identificação de pendência financeira dos sócios.

Fonte: Serasa

Vai emitir Certificado Digital? Descubra porque escolher a Parceria Certificadora!

Onde comprar o certificado digital, que é de uso obrigatório para grande parte das pessoas jurídicas, é a dúvida de muitos empresários. Além dos riscos quanto à fraudes e roubo de dados, ainda há a dúvida se o processo será ágil e se você receberá um atendimento qualificado.

Segurança, e experiência por parte da autoridade certificadora certamente são dois fatores primordiais a considerar na sua escolha, bem como qualidade da estrutura, do atendimento e o nível de satisfação de outros clientes.

Para te ajudar a perceber os diferenciais da  Parceria Certificadora, que já atua há mais de 10 anos neste setor, separamos 10 motivos especiais para você nos escolher como a Autoridade Certificadora (AC) que fará a emissão do seu certificado digital. Confira e entenda porque a Parceria não é simplesmente uma AC, mas sim uma verdadeira parceira!

Experiência
Com mais de 25 anos de história, a Parceria já é atuante no segmento de emissão de certificados digitais há mais de 10 anos. Nossa jornada nos trouxe muito aprendizado, nos proporcionou o aperfeiçoamento dos critérios de segurança, da qualidade do atendimento e nos permite ter um olhar voltado à constante inovação.

Agilidade
Seu tempo é valioso, por isso evitar que você o desperdice é prioridade para nós! Clientes da Parceria Certificadora não precisam passar horas em uma fila para fazer sua compra ou a validação dos seus documentos. A compra pode ser feita online, e a validação dos documentos é realizada com horário agendado, sem filas e perda de tempo, levando no máximo 15 minutos!

Atendimento Qualificado
Um dos maiores problemas relacionados a qualquer atividade que envolva tecnologia é o suporte ao usuário quando há dúvidas. Aqui, na Parceria, você pode ficar tranquilo que sempre será bem atendido. Nosso foco é 100% voltado à satisfação dos nossos clientes. Então, desde seu primeiro contato conosco, até para solucionar suas dúvidas mais complexas, nossa atenção, prestatividade, eficiência e assertividade manterão o mesmo nível de excelência!

Uma Parceria real com os contadores
Há muitos casos em que a Autoridade Certificadora não oferece suporte adequado às dúvidas dos usuários e acaba sobrecarregando os escritórios de contabilidade. Aqui na Parceria, é o oposto! Somos como uma extensão do escritório de contabilidade do nosso cliente. Sanamos todas as dúvidas e provemos todas as soluções necessárias no que se refere ao certificado digital.

Agora que já viu porque deve escolher a Parceria como sua Autoridade Certificadora, só falta dar o próximo passo: fazer a sua compra! Com a Parceria você não perde tempo, faz a compra online e agenda a visita para validação no horário que ficar melhor para você! Aproveite e dê este primeiro passo para regularizar a documentação da sua empresa agora mesmo!

Adquira aqui seu certificado digital!

Conheça os principais riscos do certificado digital

O certificado digital proporciona muitas vantagens para os empresários que o utilizam, promovendo a desburocratização de processos, ganho de tempo e economia em dinheiro. Porém, assim como com qualquer outro documento oficial, você deve ficar atento aos riscos do certificado digital e tomar medidas cautelosas para evitar fraudes e outros prejuízos à empresa. Confira mais sobre os riscos do certificado digital neste post!

Porque o fácil acesso ao certificado digital pode ser perigoso?

Podemos dizer que o certificado digital é, resumidamente, um documento eletrônico que, por meio de uma complexa criptografia, confere autenticidade a documentos transacionados no ambiente virtual. Por este motivo, os cuidados com a manipulação e acesso a essas informações devem ser redobrados, uma vez que o certificado digital é uma validação documental com fé pública.

Todas as empresas, com exceção àquelas optantes pelo regime fiscal do Simples Nacional, são obrigadas a utilizar o certificado digital para a emissão de demonstrativos à Receita Federal. Além disso, este mesmo certificado dá acesso a uma série de outras transações importantes, tais como:

  • Realização de transações bancárias;
  • Assinatura de escriturações fiscais e contábeis.
  • Assinatura e envio de  documentos através da internet;
  • Assinatura de NFe, CTe e MDFe;
  • Login  em sites seguros

Avaliando essas informações, já é possível imaginar os riscos em ter o certificado digital nas mãos erradas.

O que a legislação diz sobre os riscos do certificado digital?

A legislação brasileira confere poder jurídico para documentos eletrônicos, desde que tenham sua autenticidade validada. Isso significa que a assinatura eletrônica de documentos, desde que validada com o uso do certificado digital, têm a mesma validade jurídica que documentos impressos assinados manualmente.

Por este motivo, a falta conhecimento e de cuidado com o certificado digital pode colocar a empresa inteira, juntamente com seus administradores, em risco. Uma pessoa mal intencionada com acesso ao certificado digital da empresa pode  realizar transações bancárias, assinar contratos, bem como enviar importantes documentos da empresa via internet, mesmo que sem autorização do portador.

Como prevenir-se dos riscos do certificado digital?

Em primeiro plano, para prevenir e amenizar os riscos do uso indevido do certificado digital é preciso que os empresários e os gestores da empresa entendam o que é a ferramenta e para que ela serve.

Além disso, é importante a criação de regras de segurança para o acesso aos certificados digitais, evitando a exposição deste documento a pessoas e situações de riscos. É importante, também, a conferência periódica ou a realização de auditorias que chequem a correta guarda e proteção do documento.

Existem alguns recursos, como a emissão de notas fiscais, que exigem a utilização do certificado modelo A1. No entanto, recomenda-se que o empresário adquira também o certificado no modelo A3 para suas assinaturas digitais, uma vez que deixá-lo salvo em um computador em que outros empregados tenham acesso, pode oferecer riscos.  Ou seja: em muitos casos é necessário adquirir os 2 modelos de certificado!

É muito importante fazer a guarda deste documento com os profissionais que mais o utilizam e que tenham poder para representar juridicamente a empresa, tal como os escritórios de contabilidade.

Por fim, fica dica do cuidado com  a escolha da empresa certificadora com quem irá adquirir o certificado, pois a existência de possibilidade de vazamento dos dados sigilosos da empresa, bem como de clonagem dos smartcards, tokens ou scripts para instalação no computador, pode trazer muitas dores de cabeça à empresa.

Para adquirir seu certificado digital com segurança, agilidade e preço justo, conheça a Parceria, que há 25 cumpre com sua missão de oferecer qualidade, confiança e satisfação aos seus clientes. Visite nosso site!

Tem dúvida de como fazer o certificado digital? Te explicamos em 3 passos fáceis e rápidos!

Se você precisa emitir o seu certificado digital e está totalmente confuso, pode ficar tranquilo! Ao final dessa leitura, estará entendendo todas as etapas para sua emissão, sem stress e sem perder horas do seu precioso tempo. Nós te contaremos como funciona em 3 passos simples. Vamos lá?

Entenda como fazer o Certificado Digital Passo a Passo!

Dividimos o processo de emissão do certificado digital em 3 passos simples, para que você consiga entender de maneira rápida e prática. Acompanhe!

Passo 1 – Compra do Certificado Digital

Para esta etapa, é fundamental que você já saiba qual tipo de Certificado Digital precisa adquirir.

Os certificados para assinatura digital de documentos, dividem-se em:

  • A1, com menor nível de segurança, nos quais a codificação fica instalada no computador;
  • A3, com maior nível de segurança e possibilidade de mobilidade, podendo ser  armazenados em dispositivos criptográficos móveis, como smartcards ou tokens.

Para saber tudo sobre os diferentes tipos de Certificado Digital, confira este artigo e escolha o mais adequado para sua necessidade.

Após identificar o tipo de certificado ideal, você deve procurar por uma  autoridade certificadora credenciadas (AC) pela ICP Brasil (Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira). Em muitos casos, também é possível realizar a compra e o pagamento online, poupando muito tempo

Passo 2 – Agendamento

Esta é uma etapa exclusiva do modelo de atendimento da Parceria Certificadora! Nossos clientes agendam um horário para a validação presencial, permitindo muita economia de tempo. Assim, em vez de gastar horas em uma fila, o cliente chega no horário que ele mesmo pré-definiu como adequado e faz o processo todo em no máximo 15 minutos! Para agendar, o cliente pode entrar em contato por telefone, e-mail, chat e até mesmo WhatsApp. Porque para a Parceria, qualidade no atendimento também é versatilidade.

Passo 3 – Validação Presencial Obrigatória

Esta é uma etapa importante que muitos clientes negligenciam, optando até por abrir mão do uso do certificado digital pelo qual já pagaram.

Vale frisar que a validação presencial realmente é obrigatória, uma vez que o certificado digital funciona como um documento oficial da sua empresa e é indispensável a conferência de autenticidade.

Além disso, após a validação presencial o cliente já sai do estabelecimento portando seu certificado e, caso esta etapa fosse realizada por terceiros, esses teriam porte de um importante documento, que permite até a assinatura de contratos com fé pública!

Sendo assim, a terceira e última etapa da emissão do certificado digital contempla a presença física do empresário no estabelecimento comercial da autoridade certificadora. Neste momento será conferida a autenticidade de todos os documentos entregues, será apanhada a impressão digital e feita a captura de imagem para reconhecimento facial.

Prontinho! Após finalizar esta terceira etapa, o empresário estará com seu certificado digital em mãos. Caso ainda tenham restado dúvidas, certamente o seu contador poderá ajudar a explicar em mais detalhes!

Percebeu como o processo é simples e fácil, e requer apenas organização? Porém agora, com o certificado em mãos, há outros cuidados para atentar! Confira, no próximo artigo, quais são os riscos caso seu certificado digital caia nas mãos erradas!

Certificado Digital A1 ou A3: qual o ideal para cada empresa?

Os certificados digitais permitem assinatura digital de documentos, com garantia de sigilo do seu conteúdo e de proteção de informações sigilosas. No entanto, existem distintos tipos, classificados de acordo com a sua aplicação ou níveis de segurança, sendo o certificado digital A1 e o A3 os de uso mais comuns para empresas.

A principal diferença entre os certificados A1 e A3 é a forma de  geração e de armazenamento das chaves criptográficas (arquivo digital, token ou cartão). No entanto, existem também outros tipos de certificado digital, de acordo com as classificações da ICP Brasil.

Neste artigo, resumimos as principais informações relacionadas a cada um dos distintos tipos de certificado, para que você possa escolher o ideal para sua empresa. Confira!

Tipos de certificados digitais conforme a segurança

Agora vamos entender entender a classificação dos certificados digitais de acordo com os níveis de segurança criptográfica. A ICP Brasil divide-os em dois grupos: o A1, de menor segurança, e as variações A3/S3/T3, com maior proteção por meio de uma  criptografia mais complexa. Confira:

Certificado Digital A1

São certificados de menor segurança e  precisam estar armazenados em um computador, sendo assim, não há versão mobile. sendo assim, para poder assinar seus documentos digitalmente o usuário precisa estar junto do computador onde o certificado foi instalado.Têm validade de um ano.

Certificados A3/S3/T3

É o tipo de certificado com maior segurança, contemplando níveis mais altos de criptografia de proteção das informações. É possível sua utilização nos 3 tipos de carimbos aplicáveis, sendo o A3 referente aos certificados de assinatura digital, o S3 relacionado ao sigilo e confiabilidade e o T3 ao de carimbo do tempo. Podem ser armazenados em dispositivos criptográficos móveis, como smartcards ou tokens, bem como podem permanecer na nuvem e serem acessados pelo usuário em qualquer lugar. Sua validade pode chegar a 5 anos.

Como escolher o certificado digital ideal?

Para escolher o tipo de certificado digital ideal, é necessário refletir sobre qual uso você fará deste recurso, juntamente com qual nível de segurança se faz necessário no seu caso.

Se o uso que você faz do certificado digital é para a assinatura simples de documentos e você é um profissional que fica bastante tempo alocado no escritório, junto ao seu computador, o modelo A1 atenderá à sua necessidade. Vale lembrar da importância de somente você ter livre acesso ao seu computador, neste caso.

Em contrapartida, se o seu uso é para a assinatura de documentos mais sigilosos, que necessitem dos selos de Sigilo e Confiabilidade, ou seu perfil profissional é mais dinâmico, sendo que você não fica muito tempo no escritório e tem mais necessidade de resolver questões da empresa em tempo real onde estiver, o modelo A3 é o mais indicado para você.

Para obter seu certificado digital, você deve buscar uma autoridade certificadora credenciadas (AC) pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira. A Parceria é credenciada desde 2008, oferecendo atendimento de excelência, segurança e praticidade aos seus clientes.

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O que é certificado digital? Entenda em 3 minutos!

Inúmeras atividades que antes eram realizadas operacional e presencialmente, vêm sendo substituídas por alternativas digitais, que poupam tempo, rompem as barreiras do espaço e eliminam a utilização de documentos de papel. E o uso do certificado digital se encaixa exatamente neste contexto.

Como uma solução oficial para a autenticação de dados confidenciais, o certificado digital permite uma série de transações empresariais pela internet de maneira segura e assertiva. Confira, neste post que a Parceria preparou para você, mais informações sobre o que é o certificado digital, como funciona o uso dele e as razões pelas quais você deve adquirir um. Boa leitura!

O que é certificado digital?

Certificado digital trata-se de uma espécie de  documento de identidade eletrônico, como se fosse uma assinatura digital com validade jurídica, que pode ser utilizada para pessoas e para empresas. Ele garante proteção a qualquer transação eletrônica, permitindo com que pessoas e empresas assinem documentos digitalmente em qualquer lugar e a qualquer momento.

No uso empresarial, equivale à identidade da pessoa jurídica, o reunindo o nome da empresa,  um número exclusivo conhecido por chave pública e outras informações que identificam uma determinada empresa na Receita Federal.  Está em uso no Brasil desde 2001, após a criação da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP Brasil).

.Para pessoas jurídicas, o certificado digital é dividido em dois documentos:

  • e-CNPJ:  Somente pode ser usado pelo representante legal da empresa, dando acesso a todos os documentos e demais informações confidenciais da mesma, permitindo, inclusive, a assinatura de contratos. É necessário para a emissão de NF-e.
  • eNF-e: Pode ser usado também por empregados e demais prestadores de serviços, sua função é apenas a emissão de NF-e.

Como funciona?

O certificado digital traduz o que há de mais moderno em tecnologia para proteger informações trocadas no ambiente virtual, tendo sido desenvolvido exclusivamente para gerar segurança, autenticidade, confidencialidade e integridade às informações eletrônicas. Equivale a uma carteira de identidade do mundo virtual, porém segura e com autenticidade garantida por uma criptografia complexa.

Quanto ao funcionamento técnico, o certificado tem duas chaves: uma pública e uma privada.  A chave privada gera um código exclusivo para cada documento emitido pela empresa. E a chave pública, por sua vez, permite a leitura desse código e reconhece se o documento é autêntico.

O  código emitido pelo certificado digital é reconhecido pela SEFAZ, que também acesso às chaves públicas. Sem o reconhecimento dessa chave, não é dada validade ao documento emitido. Dessa forma, somente quem tem acesso ao certificado digital e-CNPJ consegue emitir e assinar documentos em nome da empresa.

Quais empresas precisam de certificado digital?

Se sua empresa emite NF-e, obrigatoriamente precisa de um certificado digital, de acordo com o  ajuste SINIEF 12/16.

Além disso, todas as empresas inscritas no Lucro Real e no Lucro Presumido também devem possuir  um certificado digital, pois, atendendo à obrigatoriedade vinda da Receita Federal, a maioria das declarações mensais e anuais somente podem ser realizadas através do certificado digital.

Empresas do Simples Nacional somente precisam adquirir caso tenham mais de cinco empregados. O motivo é a prestação de informações trabalhistas, fiscais e previdenciárias pela GFIP e eSocial.

Quais as vantagens de ter um certificado digital?

Por mais que pareça mais uma obrigatoriedade burocrática, o certificado digital pode facilitar muito sua vida e economizar muito tempo. Ele permite que você resolva pela internet, de maneira prática e segura,  muitas atividades que antes faria somente presencialmente.

O tempo perdido em atividades como: ir ao cartório reconhecer firma, idas ao banco, envio de documentos físicos por moto boy ou correios,  podem ser substituídas por transações digitais, contando com toda a segurança que um certificado digital oferece: garantia de autenticidade e proteção das informações.

Confira as principais atividades que podem ser realizadas online com um Certificado Digital:

  • Garantia da validade jurídica dos documentos eletrônicos;
  • Assinatura e envio documentos pela internet;
  • “Login” em ambientes virtuais com segurança;  
  • Assinatura de notas fiscais, conhecimentos de transporte eletrônico (CTs-e) e manifestações do destinatário;
  • Transações bancárias;
  • Envio de declarações da sua empresa;
  • Desburocratização de processos (dispensa reconhecimento de firmas).

Em suma, mesmo que sua empresa ainda não esteja na obrigatoriedade da aquisição de um certificado digital, há muitas vantagens em migrar para a desburocratização online da vida empresarial.  Os principais benefícios são a redução de custos e a economia de tempo (que são quase sinônimos, não é mesmo?).

Caso deseje adquirir o certificado digital para uma empresa, conheça todas as vantagens que a Parceria tem para te oferecer. Com 25 anos de atuação, oferecemos atendimento qualificado e toda a segurança que seu negócio precisa. Afinal, não se constrói 25 anos de história sem confiança. E não se constrói confiança sem 25 anos de história!

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eSocial para MEIs prorrogado: 4 dicas para sua adesão ao programa

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Em breve, todo MEI com empregado e toda micro e pequena empresa com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões terão de aderir ao uso da plataforma eSocial. O governo prorrogou o prazo para novembro e, agora, as empresas terão mais tempo para entender o funcionamento do sistema.

O eSocial é um sistema de escrituração digital das obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas, criado pelo governo federal para unificar a prestação de informações pelo empregador em relação aos seus trabalhadores.

O acesso à plataforma é feito pelo endereço portal.esocial.gov.br. E quem precisa aderir ao sistema a curto prazo pode conferir, abaixo, quatro dicas que facilitarão a gestão e a troca de informações sobre funcionários.

1. Acesso seguro

O acesso seguro do empregador à plataforma do eSocial é feito por meio de um Certificado Digital no padrão ICP-Brasil, como o e-CPF (pessoas físicas) ou o e-CNPJ (pessoas jurídicas) disponibilizados no mercado pela Serasa Experian. O acesso validado pelo certificado garante a autenticidade do empregador e a rápida integração das informações com a plataforma do governo.

O usuário que não tem o Certificado Digital também pode usar um código de acesso, mediante preenchimento de cadastro e definição de identificação e senha. Nessa opção, é necessário informar os números dos recibos de entrega das duas últimas declarações do Imposto de Renda, além de dados pessoais como o CPF, data de nascimento e título de eleitor.

2. Uso da ferramenta

Habitue-se a usar a plataforma. Como se trata de uma novidade (principalmente para quem tem empresas de pequeno porte ou é empreendedor individual), é importante que você estabeleça um período de testes para entender cada detalhe do eSocial.

Também é fundamental ter os dados cadastrais de seus funcionários organizados, devido ao fato da inclusão no sistema ser manual. E não esqueça, é claro, de ter um cronograma e estar sempre atento aos prazos de envio das informações ao sistema. Evite as multas!

3. Vantagens

Os benefícios do eSocial ficam mais claros quando você conhece as vantagens que ele proporciona para empresas e empregados. Ao simplificar a gestão das informações, o programa gera ganhos em produtividade e minimiza os erros nos cálculos de guias – como as de recolhimento de FGTS.

Trata-se de uma plataforma de desburocratização, que garante maior segurança jurídica e facilita o dia a dia de quem trabalha em conformidade com a legislação – ao substituir várias etapas por apenas uma operação, totalmente padronizada.

Para os empregados, as principais vantagens são a garantia dos direitos trabalhistas e previdenciários e uma maior transparência nas informações dos contratos de trabalho.
4. Perguntas frequentes

Seja qual for o seu perfil de uso do eSocial, o portal oferece seções de perguntas frequentes para dar informações mais detalhadas sobre a gestão das informações dos trabalhadores. Lá, você pode esclarecer qualquer dúvida. Confira!

Se você tem/representa uma empresa: bit.ly/2Aryff9

Se você é MEI (Microempreendedor Individual): bit.ly/2OzvcV8

Se você é um Empregador Doméstico: bit.ly/2NZAB76

MEI com funcionário deverá aderir ao eSocial até janeiro de 2019.

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O pequeno empreendedor cadastrado como MEI, além dos benefícios da formalização, pode ter até um funcionário que receba o salário mínimo/piso da categoria. A partir de 1º de julho de 2019, os MEIs que possuírem funcionário deverão aderir ao eSocial.

Essa medida visa diminuir a burocracia e unificar as informações fiscais, previdenciárias e trabalhistas dos empreendedores em um só lugar. A utilização do eSocial vai simplificar a forma como os empregadores comunicam informações relativas às áreas trabalhista, fiscal e previdenciária dos trabalhadores. Ele unificou o preenchimento e entrega de formulários e declarações que antes eram enviados separadamente para cada órgão. A ideia é que haja um banco de dados único administrado pelo Governo Federal para tratamento dessas informações.

Importante frisar que o MEI seguirá gerando sua DAS mensal pelo SIMEI. Essa mensalidade refere-se à unificação de tributos referentes à sua atividade como MEI, ou seja, os impostos que você deve pagar como “empresa”. Nada muda em relação a isso.

A adesão ao eSocial deverá ser feita somente pelos MEIs que possuam funcionário e pode ser realizada pelo site, utilizando seu código de acesso. O site do eSocial poderá ser acessado neste link

Todos os funcionário possuem direitos trabalhistas e essa medida visa facilitar o exercício desses direitos.

A transmissão dessas informações para o portal do eSocial só será possível com o uso do Certificado Digital. A certificação garante segurança e autenticidade jurídica. Se você já usa o Certificado Digital para outras finalidades, pode aproveitá-lo.

A assinatura registrada através do Certificado Digital tem valor judicial, promovendo assim a segurança que os documentos e ações do ambiente virtual necessitam.

Ao enviar informações fiscais, previdenciárias e trabalhistas, é importante sua segurança no meio digital, pois estas servirão tanto para fiscalização como base de informações em eventuais ações previdenciárias e trabalhistas.

Obter um Certificado Digital torna-se um bom investimento, tendo em vista que em 2019 será a única forma de envio das obrigações pelas empresas, se comparado aos custos anteriores com cartórios, funcionários e tempo, considera-se que ocorrerá uma redução nos custos, especialmente quando analisamos a agilidade e praticidade que irá promover.

Para obter mais informações e comprar seu certificado acesse: parceriacertificadora.com.br

 

Certificado Digital permite participação em leilões da Receita Federal

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A compra de mercadorias em leilões pode ser um excelente negócio para quem pretende economizar na compra de bens de uso pessoal. Os preços costumam ser bastante atraentes e o interessado só precisa seguir algumas regras para estar habilitado a dar seus lances.

A Receita Federal, por exemplo, oferece ao público mercadorias apreendidas em operações.

Se você se interessou e quer saber mais sobre os leilões, é só entrar no site da Receita Federal e conferir a agenda, conhecer as regras e requisitos para participação.

“É muito importante às pessoas físicas saberem que este é mais um benefício que é proporcionado pelo Certificado Digital. Com ele há inúmeras possibilidades de uso, como a declaração do Imposto de Renda, relacionamento com órgãos do governo, como a Nota Fiscal Paulista, emissão da CNH digital, entre muitas outras utilizações”, comenta Couto.

Os interessados, segundo o edital da Receita Federal, devem usar um certificado digital válido, como o e-CPF ou o e-CNPJ comercializados pela Serasa Experian. No site da Receita há desde joias a discos de vinil, além de autopeças, bolsas femininas e equipamentos e máquinas.

Fonte: Serasa

eSocial: sistema torna-se obrigatório a partir da próxima segunda-feira (16/7)

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Para as empresas privadas do país que possuam faturamento anual superior a R$ 4,8 milhões e inferior a R$ 78 milhões, o eSocial torna-se obrigatório a partir da próxima segunda-feira (16/7).

Já para os casos de micro e pequenas empresas – que são aquelas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões – e Microempreendedores Individuais (MEIs), conforme Diário Oficial desta quarta-feira (11/7) a Resolução nº 4 do Comitê Diretivo do eSocial, a medida permite que possam ingressar no eSocial a partir do mês de novembro. É importante deixar claro que somente os MEIs que possuam empregados – e que hoje totalizam um público de aproximadamente 155 mil empregadores – precisarão prestar informações ao eSocial.

A partir de 14 de janeiro do ano que vem, o eSocial torna-se obrigatório também para os órgãos públicos (terceiro grupo).

Essa implementação se dará de forma escalonada, dividida em cinco fases, distribuídas desde este mês de  julho a janeiro de 2019. Dessa forma, os empregadores incluirão gradativamente suas informações no sistema. Substituindo até 15 prestações de informações – como GFIP, RAIS, CAGED E DIRF – por apenas uma.

Quando totalmente implementado, o eSocial reunirá informações de mais de 44 milhões de trabalhadores do setor público e privado do país em um mesmo sistema.

A partir deste dia 16 até o dia 31 de agosto, os empregadores deverão enviar ao eSocial apenas informações de cadastro e tabelas das empresas. Em relação aos MEIs que possuam empregados e que optem por já ingressar no eSocial, o Comitê Gestor do  eSocial esclarece que, na prática, eles não terão nenhuma informação para prestar antes de setembro, já que os dados da 1ª fase (cadastro do empregador e tabelas) são de preenchimento automático pela plataforma simplificada que será disponibilizada para este público.

Apenas a partir de setembro, os empregadores do segundo grupo precisarão incluir na plataforma informações relativas a seus trabalhadores e seus vínculos com as empresas, como admissões, afastamentos e demissões, por exemplo. Finalmente, de novembro até o final de 2018, deverão ser incluídos dados referentes às remunerações dos trabalhadores e realizado o fechamento das folhas de pagamento no ambiente nacional.

Em relação às micro e pequenas empresas e MEIs, como esses estarão obrigadas ao eSocial somente a partir de novembro – quando ingressarem no sistema, eles deverão prestar as informações referentes às três fases iniciais do cronograma.

Em janeiro do ano que vem  haverá, para o segundo grupo como um todo, a substituição da Guia de Informações à Previdência Social (GFIP) pelo eSocial e a inserção de dados de segurança e saúde do trabalhador no sistema.

Já os empregadores pessoas físicas, contribuintes individuais – como produtor rural e os segurados especiais – somente deverão utilizar o eSocial a partir de janeiro de 2019.

Fonte: Portal eSocial (https://goo.gl/PKejK9)

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